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Corte Certo na RG Móvel

Dicas de como avaliar os Fornecedores de Softwares

 

A nova edição da revista online RG Móvel reúne, a partir da sua página 118, opiniões e depoimentos de representantes das principais fábricas de softwares especializados no segmento moveleiro. Além de fornecer um panorama do grande desenvolvimento desse setor de TI (Tecnologia da Informação) no Brasil, a matéria aponta ainda caminhos e considerações que esses profissionais tiram de sua experiência para a indústria de móveis.

 

Ao lado de Joerly Santos, diretor da Corte Certo, foram entrevistados também Vanderlei Buffon (Promob), Noeli Freiberger (WPS), Nilbon Brandt Filho (VDMax), Manuela Andreani (Giotto), Anderson Zilli (Focco), Gilberto Caparica Neto (2020) e Fernando Hackman (DomusCad).

 

Corte Certo RG Móvel

Páginas da matéria especial da RG Móvel sobre softwares.

 

Para ver a matéria completa da RG Móvel, clique aqui. Ela começa na página 118 e a reportagem é assinada por Thaís Laurindo.

 

Para ir direto a ela é só clicar no botão de “Sumário”, no alto da tela, à direita, e depois ir ao item “Especial/Softwares”, como mostra a imagem abaixo.

 

Como acessar RG Móvel

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Mais para pato que copinho de café

Leia o que diretor da Corte Certo pensa sobre os softwares no artigo “Decifra-me ou te devoro”, publicada pela revista RG Móvel, disponível ao clicar na imagem abaixo, a partir da página 20.decifra-me

Ou leia o texto completo a seguir.

 

Os softwares estão vivos. E já dominam o mundo. O que você está fazendo a respeito?

 

Ao que parece o novo século só vai dizer a que veio depois de revisar e revirar tudo o que já existe. A primeira dúzia de anos está sendo marcante por transformar o mundo em um imenso canteiro de obras. Tudo está sendo visado para ser remodelado, desconstruído ou mesmo demolido sem dó. Nada escapa: edificações, equipamentos, crenças, profissões, instituições, costumes, tradições, certezas, ideologias, valores pessoais, processos, métodos, moedas, ícones, burocracias, relações de poder, tabus, alimentação, educação. Olhe para onde quiser e você verá alguma coisa em frenético estado de evolução ou de decomposição.

E as pessoas à frente dessa ebulição adiantam que tudo isso vai ferver ainda mais. O indiano e professor de Tecnologia Educacional, Sugata Mitra, que esteve agora em São Paulo para participar do Campus Party, o maior evento tecnológico do mundo nas áreas de inovação, ciência, cultura e entretenimento digital, não tem dúvida, por exemplo, de que o telefone celular desaparecerá em cinco anos, substituído por chips instalados na cabeça do usuário!

Diante disso tudo, como estão se organizando as empresas não voltadas para a área de inovação tecnológica (mas que, sem dúvida, necessitam dela)?

Na minha percepção a maior parte delas não está nem aí.  Vejo empresas enterrando a cabeça na areia, deixando como está para ver como é que fica. Existem, claro, indivíduos antenados, preocupados, mas sem forças para mover vontades dentro imenso bloco maciço de gesso.
Aconteceu ainda neste mês: o gerente industrial de uma grande multinacional para a qual havíamos passado proposta de aquisição de licença do Corte Certo, isso há meses, nos ligou para dizer que iria pagar do “próprio bolso”, porque a empresa não decidia nunca e isso estava atrapalhando a sua vida.

 

Você vê algo assim acontecendo em sua empresa?

 

Porque esse tipo de história, para quem trabalha com licenciamento de software, nem causa mais estranheza. Há casos até mais surpreendentes: outra grande indústria, desta vez do ramo metalúrgico, perdia a cada hora, segundo seus próprios levantamentos, algo como 5 mil dólares no desperdício de chapas por problemas com planos de cortes, quando nos chamou para uma reunião. Apresentamos o Corte Certo a quatro dos seus líderes e saímos com a impressão de que era exatamente o que eles precisavam. Mais de uma semana depois, fomos chamados para nova reunião com novas pessoas. E veio outra reunião, e mais outra, até que desistimos, meses depois. Eles estavam perdendo 5 mil dólares por hora e não conseguiam decidir pelo investimento em uma licença PERMANENTE que custava cerca de 3 mil REAIS. Por que não decidiam logo? Mesmo que acabassem por descobrir, depois da compra, que havia algum outro software mais adequado para eles, nada poderia ser pior que continuar perdendo 5 mil dólares indefinidamente. O medo de errar assombra mais que a torneira já aberta do desperdício, por maior que seja, porque ela não imputa culpa a ninguém.

Mas por que tanta dificuldade em decidir sobre um software? Afinal, hoje ninguém duvida que o software esteja no epicentro das grandes mudanças em marcha. Que adiar esses passos pode significar pernas curtas para acompanhar a concorrência mais tarde.

Essa dificuldade tem uma simples razão: boa parte das empresas não sabe que software não é mesa, nem copinho de café, nem material de limpeza.

Ou CD.

Desde este mês de fevereiro não estamos mais entregando CDs com o programa Corte Certo, a não ser em algumas situações especiais, como exceção. Foi uma decisão que tardou muito (e que nem chega a ser novidade para pessoas mais plugadas no mundo dos softwares) e que é bastante razoável, uma vez que o software contido no CD pode ser ultrapassado por outras versões ainda no percurso do correio. Mas houve chiadeira: “Como assim? Então eu compro e não recebo nada?”.  É mais ou menos como se a empresa comprasse alguns móveis e ficasse encantada com o caminhão de entrega, vendo-o como bônus.

Não, software não é CD, como os departamentos de compra gostariam, e, nem mesmo, hardware. O primeiro hardware de que se tem notícia é o ábaco, uma engenhoca com mais de 5.500 anos criada para auxiliar nos cálculos matemáticos. Da forma como o entendemos hoje, o hardware só pode proporcionar interação ao usuário através do software. Mas o hardware é que é visto, é tocado e é entendido pelas pessoas. E até dá para entender essa incompreensão, porque, em seus primórdios, numa época com poucos computadores, o software vinha embarcado em máquinas. O valor era o das máquinas. A comercialização de software era ainda impensável.

Mesmo a energia de que depende esse hardware para funcionar e que, igualmente ao software, é invisível, pode ser mais bem compreendida pelo usuário. Afinal, há centenas de anos frequenta o  fluxo de caixa das empresas.

Para as empresas em geral e seus departamentos de compra em particular, os softwares representam uma dor de cabeça na qual não querem nem pensar. Mas eles estão aí, cutucando com o enigma da esfinge: “Decifra-me ou te devoro”.
Alguns engenheiros preferem para o software uma definição técnica, como “a parte lógica” da máquina, ou “o conjunto de instruções e dados processado pelos circuitos eletrônicos do hardware”.

Explicações mais informais dizem analogicamente que o hardware seria o corpo, a energia representaria a vida, e o software, o cérebro. Que seja, mas hardware com energia é apenas vida vegetativa. O complemento do software como apêndice do cérebro humano é que traz a vida real ao conjunto. Ou, pelo menos, o que pode haver de mais próximo a vida inteligente. Não por acaso, os termos associados aos softwares facilmente se confundem com os de organismos vivos: linguagem, memória, infectar, vírus, hibernar, alimentar, sistema,  etc.

Na definição mais “técnica” é natural a tendência de entender o software como uma ferramenta estática de controle burocrático. Na outra, não fica difícil entendê-lo como instrumento de expressão individual, como o quer o jornalista americano John Markoff. Um exemplo que me ocorre é o da câmera de segurança: ela pode ter sido projetada e comprada para ficar ali onde foi instalada, apenas cumprindo o papel programado em seu software. Mas, eventualmente, combinada com várias outras câmeras de outros edifícios, pode ser eficaz em ajudar no rastreamento de um fugitivo da polícia ou na documentação de um crime em vários ângulos.

Isso é o que esperam os softwares dentro das empresas. Esperam por uso criativo, pela parceria da inteligência humana.  O Corte Certo, desenvolvido primordialmente para a área de produção, tem sido licenciado muitas vezes exclusivamente para a finalidade de dar agilidade a vendedores, ou para auxiliar na definição de um novo móvel de produção seriada, ou para evitar aquisições superestimadas de painéis, ou para controlar o andamento dos pedidos, ou para administrar melhor o estoque, ou para possibilitar a aplicação de cálculo de depreciação para os retalhos.

Com o clipe de papel também se consegue fazer alguma coisa diferente da finalidade para a qual foi projetado, mas não, software não é clipe.

Se for para ter uma comparação, é melhor pensar em galinhas, vacas, cães. Impossível pensar neles sem pensar também em acompanhamento contínuo, que, no caso, incluirá despesas com alimentação, remédios, veterinário, abrigo, etc. E até pensar no convívio, para evitar que se matem.

Os softwares são dinâmicos, como os seres vivos, e há interações entre eles. Vivendo em ambiente também vivo, podem ser afetados  por ele – geralmente em troca de versões do Windows (caso se subordinem a esse sistema)ou até mesmo em suas atualizações. Pode haver também equívocos nos resultados de check-up da saúde do software. É o que ocorre, quando novas versões de antivírus começam a localizar, no programa que analisam, os chamados “falsos positivos” (arquivos erroneamente detectados como malware ) levando o usuário a excluí-los e a causar estragos dos mais imprevisíveis. Outras tecnologias adotadas pela empresa também são continuamente alteradas por seus desenvolvedores (sempre na boa intenção de melhorar a performance) e, eventualmente, podem perder a capacidade de boa interação. São máquinas industriais, são impressoras, é o ERP. E, para essas situações, os ajustes devem ser sempre refeitos.

Como se vê, não há prazos limite para o pós-venda, embora, evidentemente, nenhuma empresa de qualquer ramo seja capaz de prestar serviços de assistência eternos pelo valor recebido com o licenciamento permanente. Mas aí já começamos a entrar na imensa seara das discussões sobre os mecanismos de licenciamento e distribuição de software, que, por sua vez, se vinculam a mecanismos de proteção de propriedade intelectual, e que se subordinam a legislações inadequadas e dúbias. Porque, não se engane, o dilema da esfinge também apavora legisladores e até desenvolvedores de softwares. São temas para discussão em outro momento.

Do ponto de vista das empresas usuárias de software (e qual não é?) o desafio já está colocado: encontrar políticas internas exclusivas para a adoção e manutenção de softwares, com o cuidado de não matar o fornecedor  das suas galinhas de ovos de ouro. E não, não existe modelo pronto. Tudo está sendo repensado e reconstruído, neste início de século, lembra?Mais que nunca é válida a máxima de Wayne Gretzky, jogador canadense de hóquei no gelo, parafraseada por Steve Jobs: você tem de correr para onde o disco está indo, não para onde ele está.

E para quem demora a decidir pelo medo de errar, outra do mesmo jogador: “Você erra 100% das tacadas que não dá”.

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Corte Certo dá treinamento na 3M

A 3M do Brasil, usuária do Corte Certo, estendeu a seus parceiros comerciais, no dia 16 de dezembro 2010, a oportunidade de conhecerem melhor o software de planejamento de corte e tirar eventuais dúvidas. O encontro, realizado nas instalações do centro de treinamento da 3M, em Sumaré (SP), teve como principal foco o WindowFilm, e seu programa dirigiu-se a aplicadores e vendedores do produto.

treinamento3M

O WindowFilm é uma das principais marcas mundiais de películas de controle térmico e solar usada em vidros automotivos e residenciais. A apresentação do Corte Certo, no último dos quatro dias da programação, foi dividida em duas partes. Na primeira, discutiu-se o Corte Certo Films, produto específico para o material e presente em mais de 20 países. Na segunda parte, o Corte Certo Plus, utilizado no ramo moveleiro e vidreiro, entre outros. O produto foi apresentado como alternativa para os que desejavam soluções mais completas, tais como: controle de estoque de retalhos e de bobinas, exportação para sistemas ERP etc.

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Corte Certo atrai interesse de universidades europeias

Software brasileiro é o único da América Latina incluído num trabalho de pesquisadores de Portugal e da Itália. Na comparação com outros 21 otimizadores de planos de corte desenvolvidos em outros países, o Corte Certo teve aproveitamento de 94% nos requisitos avaliados. Acadêmicos de outras instituições também se interessam pelo Corte Certo.

O Corte Certo foi único software brasileiro entre os 22 que foram comparados pelas universidades europeias.
O Corte Certo foi único software brasileiro entre os 22 que foram comparados pelas universidades europeias.

Foi um trabalho de fôlego. E reuniu o esforço de nada menos do que 10 estudiosos, representando quatro departamentos de três universidades: uma de Portugal (Universidade do Minho) e duas da Itália (Università degli Studi dell’Aquila e Università Politecnica delle Marche). A pesquisa foi realizada para o Projeto SCOOP (corte de chapas e processo de otimização para empresas de móveis) e financiada pela Comissão Europeia, 6º Framework Programme on Research, Technological Development and Demonstration.

O Departamento de Informática da Università degli Studi dell’Aquila, na Itália, foi um dos participantes do estudo comparativo.
O Departamento de Informática da Università degli Studi dell’Aquila, na Itália, foi um dos participantes do estudo comparativo.

Para esse trabalho comparativo foram eleitos os 22 softwares mais populares do mundo, especialistas nos sofisticados problemas de otimização de cortes de chapas. Esses softwares representam 14 países – o Corte Certo foi o único em toda a América Latina a ser escolhido. Os outros programas são dos seguintes países: Estados Unidos (7), Reino Unido (1), Austrália (1), Rússia (2), República Tcheca (1), Eslováquia (2), Canadá (2), Bielo-Rússia (1), Sérvia (1), Áustria (1), França (1), África do Sul (1) e Índia – um dos programas é desenvolvido simultaneamente nos Estados Unidos e no Reino Unido.

 

Resultados
Depois de ressaltar a importância “vital” dos softwares de otimização para uma produção industrial econômica, o documento deixa claro que a comparação não teve a intenção de criar um ranking baseado na minimização do desperdício. Os pesquisadores justificam lembrando que, embora esse seja “geralmente” o principal objetivo dos programas, há também outros que podem ser ainda mais valiosos, de acordo com cada indústria. A possibilidade de cálculo com diferentes padrões de corte é apenas uma delas. Por isso, o estudo preferiu relacionar um número determinado de funcionalidades que atenderiam a essa variedade de objetivos e de restrições. E o Corte Certo teve aproveitamento de 94% nos requisitos avaliados, o que o coloca como um dos melhores do estudo.

Em alguns dos itens avaliados, como “Cálculo do melhor tamanho de chapa”, apenas o Corte Certo e um concorrente cumpriram os requisitos. O produto brasileiro também se diferencia por suas ferramentas de pós-edição, que possibilita o rearranjo manual do layout do projeto, entre outras funções. A maioria dos concorrentes da pesquisa não conta com esses recursos. Outros itens considerados foram o cálculo de fitas, atualização de estoque, ferramentas de precificação, trajetória de cortes, etc.
Universidade de Bolonha
Também a renomada Universidade de Bolonha, na Itália, já programa estudos com propósitos unicamente científicos, tendo como referência o Corte Certo. Esses estudos, que objetivam o desenvolvimento de novos algoritmos para cortes guilotináveis em duas dimensões, serão conduzidos pelo Grupo de Operações de Pesquisa da Faculdade de Engenharia, uma das principais instituições europeias nesse tipo de investigação.

A escolha do Corte Certo como referência de estudos nos meios acadêmicos mundiais não é novidade. Mesmo no Brasil não é incomum que estudantes das mais diversas áreas universitárias solicitem à Dimensions Software, desenvolvedora do programa, informações que os ajudem em seus trabalhos.

Esse interesse vem ultimamente se estendendo mesmo ao nível escolar do ensino médio. É o caso da estudante Mônica Oliveira, do Colégio Torricelli, de Guarulhos-SP. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dela tem como tema a “Redução de custo no setor de produção de uma indústria de vidro” – e, nesse assunto, o Corte Certo não poderia faltar.

 

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Internet facilita atividades criminosas

 

Retirado da matéria: “Internet Facilitates Criminal Activities

Confira a entrevista com o Diretor de Marketing da Corte Certo, Joerly Santos, para o veículo IPR Desks . Nela são destacados pontos como: a força da Internet na falsificação de softwares, o que representa grandes perdas financeiras aos produtores de softwares de pequeno-médio porte; A ação de falsificadores que se passam por funcionários das empresas e dessa forma conseguem enganar o consumidor vendendo produtos piratas, dentre outros assuntos.

Reportagem em inglês (Página 3)

Reportagem em italiano (Página 3)

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Software nacional sofre com a pirataria

Matéria do jornal Valor Econômico mostra como a pirataria prejudica o desenvolvimento de softwares nacionais através de depoimentos e exemplos de empresas do setor, entre as quais a Corte Certo.

Como bem coloca a matéria, os piratas são “criminosos”, o que torna receptadores os seus clientes.

Um PDF da publicação está disponível ao final deste texto, mas como complemento à reportagem seguem abaixo alguns diálogos entre piratas e compradores que seriam cômicos se não fossem tão danosos para a nossa indústria de software. Detalhes de identificação das falas foram alterados por decisão editorial, embora eles tenham sido devidamente enviados às autoridades cabíveis. Os erros de português foram mantidos:

 

– Pergunta: Meu patrão, já faz tempo que lhe comprei esse soft, e até hoje não conseguir intalar por jentileza me diga como intala esse tal de crak que vc falou.Favor, se for possivel tem como vc me manda explicando.Agradeço pela atenção,abcs aguardo.

– Resposta: colega como vc viu mandei junto um video explicando com instalar o crack vc vai ver que tem 3 cracks para ser instalado é so vc fazer o mesmo procedimento com os 3 cracks ok!!

(OBS – O pacote é formado pelo Corte Certo, pelo Optimik e pelo Promob. O Optimik é um software estrangeiro concorrente ao Corte Certo e o Promob é um software de desenho de móveis, com o qual nosso programa está integrado.)

 ………………………………….

– Pergunta: po tem um vendedor me enchendo querendo me vender um corte certo por 1200 reais e vc oferecendo um programa por 15 reais? será o mesmo programa? tenho interesse! por favor deixe seus dados e entre em contato.

– Resposta: o programa é o mesmo sim só que 1200 é o preço do original!! 15,00 é o crackeado!!!

(OBS – Este acabou comprando o original por uma razão: a versão antiga não está integrada ao Promob, um software de desenho de móveis. Mas claramente achando que estávamos “roubando”.)

 ………………………………………………

– Antonio Fiais (antoniofiais@…) pergunta: amigo o corte a corte roda no vista? Para trabalhar com marcenaria é preciso ter os dois ou o corte a corte já é suficiente? O corte a corte é o Plus?

– Resposta: roda no vista sim o corte certo roda independente o opitimik e um suporte a ok!!

(OBS – Não, não compatível com o Vista porque essa versão craqueada do Corte Certo é muito antiga.)

…………………………………………………..

– Pergunta: Serve para roupas?

– Resposta: perfeitamente amigo qualquer tipo de material pois com ele vc que estipula o tamanho do material e o tipo de corte a ser feito ok!!

(OBS – Não, não serve para roupas, porque o Corte Certo trabalha apenas com retângulos.)

…………………………………………………

– Pergunta: Olá. Qual a diferença dos dois softwares? Como faço para comprar?

– Resposta: na verdade não bem uma diferença é que um complementa o outro e os dois juntos facilita muito o trabalho ok!!

(OBS – Comparação com o Optimik, um concorrente esloveno traduzido para o português. Não há como trabalhar com os dois juntos – ou é com um, ou é com o outro.)

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O planejamento de corte na indústria moveleira

O planejamento de corte torna-se cada vez mais vital ao bom desempenho das indústrias moveleiras.

Veja um trecho da reportagem:

Hoje é quase impossível falar em tecnologia sem, em algum momento, tocar no assunto software. Da mesma forma (e isso desde o início da revolução industrial), não há como negar a enorme importância do processo de cortes para uma produção industrial que tenha como matéria-prima básica as chapas de madeira – ou mesmo de outros materiais. Na indústria moveleira, em particular, essas são duas questões que não se restringem apenas à área produtiva, mas afetam, para o bem ou para o mal, toda a empresa.

Os softwares de otimização de planos de corte, muitas vezes restritos nas indústrias ao trabalho executado pelas seccionadoras, são a resposta moderna que transcende o processo de corte em si para levar eficiência a diversos outros setores da empresa, especialmente quando integrados a outros softwares.

Segundo Joerly Santos, diretor da Corte Certo, “os objetivos básicos desses softwares são: minimizar o desperdício da matéria-prima, através do cálculo de esquemas de corte precisos e detalhados, e maximizar a produtividade, pela economia de tempo. Já não é pouco, mas esses sistemas podem oferecer muito mais”.

Clique aqui para ver a matéria completa presente na Revista SINDIMOV (Sindicato da indústria do Mobiliário de São Paulo).

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‘Softwares’: eles têm a força

Programas de computador diminuem custos de produção e desperdício e ainda gerenciam sistemas.

Presença do Corte Certo na Revista o Vidroplano da ABRAVIDRO (Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos).

Veja a matéria completa clicando aqui.

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IPT leva Corte Certo às empresas

Unidade móvel de atendimento a pequenas indústrias moveleiras e Eliseu Silva, um dos técnicos especializados.
Unidade móvel de atendimento a pequenas indústrias moveleiras e Eliseu Silva, um dos técnicos
especializados.

O Corte Certo está incluso no Programa Unidade Móveis (Prumo) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Tal programa foi criado para levar conhecimento técnico diretamente às micro e pequenas indústrias do setor moveleiro, além de oferecer a possibilidade de os empresários conhecerem de perto equipamentos de última geração. Especialistas do IPT visitam as empresas a bordo de um caminhão equipado com um laboratório móvel para demonstrar como o uso dessas ferramentas facilita o trabalho e traz importantes benefícios no dia a dia da indústria.

O projeto, que conta com o apoio do SEBRAE, da FAPESP e do Ministério da Ciência e Tecnologia tem como objetivo dar caminhos que auxiliem as empresas aumentarem sua produtividade, o que, consequentemente,  gera  um crescimento da indústria moveleira no estado de São Paulo. O IPT oferece este serviço de forma gratuita.